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| Um histórico da profissão contábil e de seu sindicato |
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Século XVIII Já nos idos 1754, o Governador Francisco Xavier de Mendonça Furtado, irmão do futuro Marquês de Pombal, propôs a formação profissional do contador. A criação de uma Aula de Comércio, no Brasil, sob a supervisão da Junta de Comércio de Lisboa, foi proposta partida para o Brasil. Àquela época a expressão "aula" correspondia à academia e que mais tarde se denominaria Escola Superior ou Faculdade. Em 1756, a Aula de Comércio teve sua previsão legal pelo artigo XVI dos Estatutos da Junta do Comércio, instituído em Lisboa e aprovada pelo decreto de 12 de dezembro daquele ano. Em 1764, a Ordem Régia, datada de 18 de janeiro, torna obrigatório o registro de partidas dobradas. Em 1770, a Carta de Lei datada de 30 de agosto, estabelece a matrícula dos Guarda-Livros diplomados em Aula de Comércio da Junta de Lisboa. Tratava-se da primeira regulamentação da profissão contábil, dispondo privilégios dos diplomados da Aula de Comércio, em domínios portugueses e portanto, também no Brasil-Colônia.
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